recuperação de desastres

Em busca de proteger a operação e aumentar a disponibilidade dos ativos, diferentes empresas estão elaborando um plano de recuperação de desastres.

Na prática, esse planejamento está diretamente relacionado à área de TI e tem como objetivo principal, como o próprio nome indica, promover o retorno rápido das atividades internas em caso de problemas.

Ou seja, esse processo é caracterizado pela junção de uma série de medidas que visam assegurar o funcionamento da operação em situações de “paradas abruptas”, sejam por questões técnicas ou vulnerabilidades na segurança.

Ações como essas se tornam cada vez mais necessárias, especialmente com o crescimento dos ataques cibernéticos e aumento das brechas internas provocadas pela expansão do home office.

Para se ter uma ideia, de acordo com dados da WatchGuard, apenas no terceiro trimestre de 2020, houve um aumento de 90% dos ataques à rede, um número de 3,3 milhões de tentativas, o nível mais alto em dois anos.

Nesse cenário, como aplicar a recuperação de desastres na sua área de TI? Para responder esse questionamento e te ajudar nesse processo, elaboramos um conteúdo completo. Veja a seguir!

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Como aplicar a recuperação de desastres na sua área de TI?

Dentre as principais ações que apoiam a implementação da recuperação de desastres, podemos citar:

Desenvolva uma política de continuidade de negócio

De modo geral, o plano de recuperação de desastres (termo em inglês Disaster Recovery Plan ou DRP) é um dos braços do planejamento para continuidade de negócio (do termo Business Continuity Plan ou BCP).

Enquanto a recuperação de desastres é responsável por implementar medidas para reabilitar o funcionamento dos ativos, a continuidade de negócio envolve demais medidas, além da DRP, para garantir a disponibilidade dos equipamentos, como: Plano de Gerenciamento de Incidentes (IMP) e emergência de ocupantes (OEP).

Por sua vez, para desenvolver uma política de continuidade de negócios, é preciso realizar um levantamento interno e mapear todos os dispositivos, assim como softwares utilizados, sistemas, quantidade de usuários e outras informações relevantes.

Com esses dados, é importante criar um planejamento acertado, com ações técnicas para implementar em casos de panes e considerar diferentes cenários, apenas dessa forma você conseguirá minimizar os problemas independentemente de qual seja a causa.

Realize uma avaliação dos riscos e impacto nos negócios 

Em seguida, é momento de compreender quais são suas principais vulnerabilidades. Sabemos que problemas podem surgir de todos os lados, no entanto, o perfil da sua empresa ou, até mesmo, aspectos técnicos podem corroborar para que algumas brechas sejam mais arriscadas.

Há alguns aspectos que são bastante comuns e já aconteceram ao menos uma vez nas empresas, como falta de energia elétrica ou indisponibilidade dos servidores de internet. 

No entanto, existem outros que são raros e inesperados, como ataques cibernéticos, gargalos por erros operacionais ou bugs nas ferramentas.

Nesse cenário, identifique quais são os riscos para o seu negócio e o quanto quaisquer indisponibilidades afetam a sua empresa, assim como os softwares ou equipamentos que geram um maior prejuízo caso sejam afetados.

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Conscientize e faça testes

Entendendo os aspectos vulneráveis do seu negócio e com um planejamento em mãos, é momento de implementar essas estratégias e fazer testes, de modo a garantir que, em situações reais, as iniciativas funcionem adequadamente.

Além disso, conscientize o seu time a respeito das boas práticas de TI e ações que cabem a eles de serem adotadas no cotidiano. Por outro lado, deixe um canal de comunicação aberto, facilitando a interação, troca de ideias e melhorias.

Otimize constantemente o plano de recuperação de desastres

Por fim, nenhum planejamento é estático ou bom o bastante para que jamais precise de aprimoramentos.

Portanto, acompanhe o seu plano e, sempre que surgir uma oportunidade, otimize as suas estratégias, apenas desse modo você vai conseguir reduzir custos, manter a eficiência do time e diferencial competitivo. 

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