recuperação de desastres

As técnicas de recuperação de desastres são de extrema importância para as companhias. 

Essas estratégias, também conhecidas pelo termo disaster recovery, em inglês, permitem a continuidade e a estabilização das atividades das organizações após situações adversas causadas pela ação do homem ou da natureza

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Um levantamento da EMC Corporation mostrou o impacto financeiro desses incidentes. Segundo o estudo, o gasto médio anual em função das perdas de dados causadas por esses imprevistos é de US$ 913 mil por empresa

A tendência é de elevação dessas despesas. O mesmo relatório apontou que houve um crescimento de 13% nos acidentes nos últimos dois anos.

Os benefícios das estratégias de recuperação de desastres

Ter um planejamento formalizado sobre os procedimentos essenciais para atingir a eficiência na recuperação de desastres é indispensável. A razão para isso está nos benefícios trazidos para a empresa por essas técnicas. 

O principal deles é a minimização das interrupções na rede, mas fatores como a segurança alcançada pela presença de backups confiáveis e a normalização rápida dos procedimentos corporativos também devem ser considerados.

Tudo isso ajuda a estabelecer um bom nível de segurança para os setores críticos das organizações, como os de operações de TI, e reduz drasticamente as despesas em situações como essas.

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Saiba os motivos mais comuns para as interrupções de TI

Existem diversos incidentes que podem trazer prejuízos para os setores ligados a tecnologia. Confira os mais comuns:

  • Quedas de energia: mesmo com o uso de geradores, uma simples oscilação de minutos no fornecimento de eletricidade pode ter como resultado a danificação de equipamentos fundamentais para a operação de uma empresa;
  • Falhas na rede: a conexão contínua com a internet faz parte das necessidades de uma grande variedade de negócios. Quando as redes apresentam problemas, elas podem ter dificuldades em realizar transações e assim deixar de alcançar receitas esperadas;
  • Erros humanos: não apenas as tecnologias falham. Os operadores podem acabar cometendo pequenos erros e, assim, prejudicar as empresas.
  • Problemas com softwares e hardwares: por fim, vale citar que desde maquinários até sistemas de gestão podem passar por situações adversas e causar danos irreparáveis.

Conheça 5 boas práticas para a recuperação de desastres

Para ajudar as empresas que buscam maneiras para evitar gastos causados por desastres, nós da add it Cloud Solutions trouxemos algumas dicas a serem aplicadas dentro das organizações. Confira: 

Tenha um planejamento prévio

Contar com um Plano de Recuperação de Desastres (também conhecido como Disaster Recovery Plan, ou DRP, no original) é a primeira etapa para minimizar as perdas. 

De forma geral, esse planejamento conta com uma série de comandos e instruções a serem seguidos em caso de um incidente que afete a operação das tarefas daquele negócio.

O DRP ajuda a garantir um retorno mais rápido a normalização das atividades, evitando danos financeiros maiores.

Conte com backups recorrentes

Para assegurar que nenhum dado será perdido, a utilização de backups é fundamental.

Essas cópias de segurança, porém, devem manter-se atualizadas. Afinal, não se pode contar com backups antigos, pois uma série de novos arquivos produzidos diariamente poderiam ser perdidos caso somente existissem cópias do mês anterior, por exemplo.

Otimize os dados

Uma boa tática dentro do processo de realização das cópias de segurança é realizar uma otimização dos dados.

Assim, é possível eliminar arquivos e informações duplicadas, que exigem maior quantidade de armazenamento e, por consequência, gastos maiores.

Entenda o que pode causar acidentes 

Cada negócio deve entender quais os riscos podem afetar seu funcionamento. Além disso, é preciso aprender como evitar essas ameaças e buscar maneiras de impedi-las.

Entender as particularidades do setor

Um dos passos para impossibilitar rombos financeiros depois de acidentes que afetem a realização das atividades é conhecer qual o Recovery Time Objective (RTO) e o Recovery Point Objetive (RPO) daquela companhia.

Em linhas gerais, o RTO se refere a quanto tempo as operações levam para serem normalizadas. O RPO, por sua vez, é a quantidade de informações que aquele negócio determina como tolerável perder.

Com esses dois índices definidos, o setor de recuperação de desastres pode trabalhar de forma mais personalizada e, assim, entender o tempo pedido para o restabelecimento das tarefas.

Conte com um serviço de cloud computing para ter sucesso na recuperação de desastres

Contar com um serviço especializado em disaster recovery é imprescindível para a sua empresa. Pensando nisso, a melhor opção é a add it Cloud Solutions

Com a nossa solução, é possível ter tranquilidade para a transformação do seu negócio. Garantimos sua empresa sempre disponível e seus sistemas no ar o tempo todo. Além disso, temos a vantagem de permitir uma instalação em poucos minutos.

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